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Crimson Desert: A Verdade sobre a Performance nos Consoles – O que esperar do PS5 e Xbox?

Crimson Desert

Crimson Desert: A Verdade sobre a Performance nos Consoles – O que esperar do PS5 e Xbox?

Após explorarmos as vastas e brutais terras de Pywell, uma dúvida paira sobre a comunidade: será que os consoles vão aguentar a escala colossal de Crimson Desert? Com o lançamento batendo à porta em 19 de março, o marketing focado massivamente no PC acendeu um sinal de alerta nos jogadores de console. Estaríamos diante de um novo caso “Cyberpunk 2077” ou a Pearl Abyss tem um trunfo na manga?

Neste artigo, mergulhamos nos detalhes técnicos revelados recentemente e no que as primeiras impressões “hands-on” dizem sobre rodar o jogo no hardware da Sony e da Microsoft.

O Poder do PS5 Pro: 4K e a Magia do PSSR

Recentemente, o PlayStation Blog detalhou como a Pearl Abyss pretende extrair o máximo do PS5 Pro. O grande destaque fica para o PSSR (PlayStation Spectral Super Resolution), a tecnologia de upscale por IA da Sony.

Diferente do PS5 base, o modelo Pro utilizará o modo de alta frequência da CPU para garantir que a navegação pelo mundo aberto seja fluída. A promessa é de visuais em 4K com taxas de quadros mais altas, embora a desenvolvedora tenha sido cautelosa em não cravar um “60 FPS cravado” em resolução máxima, preferindo o termo “taxas mais elevadas”. Além disso, o Ray Tracing será aprimorado, tornando a iluminação das florestas e cidades de Pywell ainda mais orgânica.

Performance no PS5 Base: O “Modo Qualidade” de 40 FPS?

Para quem possui o PS5 padrão, as notícias são animadoras, mas pedem cautela. Relatos de previews internacionais indicam que o jogo possui dois modos principais:

  1. Modo Qualidade: Focado em 4K nativo (ou próximo disso), com relatos de que o jogo estaria rodando entre 30 e 45 FPS. Se confirmado que o jogo ultrapassa os 30 FPS no modo fidelidade, isso indica uma otimização base sólida.
  2. Modo Desempenho: Focado em atingir os 60 FPS, provavelmente sacrificando a resolução para algo em torno de 1080p ou 1440p dinâmico.

A Pearl Abyss está utilizando tecnologias avançadas como Geometry Shader Over-subscription e NGG Culling para renderizar os vastos horizontes do jogo sem comprometer o nível de detalhe dos objetos próximos.

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A Vantagem da Engine Própria (BlackSpace Engine)

Um dos maiores medos dos jogadores é a comparação com Black Myth: Wukong, que sofreu com artefatos de imagem nos consoles devido às exigências da Unreal Engine 5.

Aqui, Crimson Desert leva uma vantagem estratégica: ele roda na BlackSpace Engine, um motor proprietário da Pearl Abyss. Ao contrário de estúdios novatos, a Pearl Abyss tem anos de experiência otimizando o massivo Black Desert Online. Ter controle total sobre o código do motor gráfico permite que eles ajustem a performance especificamente para o hardware do console, algo que motores genéricos muitas vezes não permitem com tanta precisão.

Marketing Silencioso: Estratégia ou Medo?

O diretor de marketing da Pearl Abyss, Will Powers, desabafou recentemente sobre as cobranças por vídeos da versão de console. Segundo ele, o material será revelado “perto do lançamento” para dar tempo de polimento final.

Embora o silêncio gere ansiedade, há sinais verdes:

  • Experiência do Estúdio: A Pearl Abyss não é um estúdio estreante e possui recursos financeiros vastos.
  • SSD como Pilar: O jogo foi construído do zero pensando na velocidade de carregamento dos novos consoles, o que é vital para um mundo sem telas de carregamento como o de Crimson Desert.

Vale o Hype nos Consoles?

Crimson Desert é um projeto ambicioso que desafia os limites da geração atual. Se você busca a experiência definitiva, o PS5 Pro parece ser o destino certo com o suporte ao PSSR. No entanto, para a base de jogadores no PS5 e Xbox Series X, os sinais técnicos indicam um jogo pesado, mas que busca entregar uma fluidez superior aos 30 FPS tradicionais.

Pywell é um mundo que merece ser visto em toda sua glória. Resta agora esperar que a Pearl Abyss entregue a otimização que um épico deste calibre exige.


Gostou dessa análise técnica? Fique ligado para mais novidades sobre o lançamento e não deixe de conferir nosso artigo anterior sobre a história e os mercenários de Crimson Desert!

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